Já foi sua válvula de escape hoje?
A vida ensina o que a vida traz
O que a vida leva
O que a vida cega
O que a vida faz
Eu sei que posso conduzir o mundo desde que ele seja meu
Desde que ele pertença a mim
Não faça assim
Não traga o amor bem longe de mim
Traga o seu mundo pra mim
Assim, enfim, um só
Até que dê um nó
Que faça de nós um só, mesmo que à sós
À nós
(Referências de mundo - Mayra Cive)
É importante que a nossa vida transcenda aquilo que somos. Não
para os outros, mas para si mesmo. Somos intensos, calor, frio e dor. Mas muito
amor. E é desse amor que devemos falar. É dele que devemos alimentar, cultivar
e praticar. Afinal, nada melhor que poder ser nós mesmos, a todo momento.
Somos particularmente só essa alma que transita por aí, ou
de fato um ser com propósito, luz, indefinições e convicções?
Trazemos em si coragem, mas só a executamos se estivermos
sintonizados. A rotina nos consome. Velho clichê que só não deixa de ser como
tal pois “não viramos o disco”, não movimentamos. Não saímos da zona de
conforto. Não transmutamos. Não somos.
A incrível sensação de ser completamente seu, de mais
ninguém. Nos dias de hoje, é quase utopia. Não deveria ser.
Tracemos nosso caminho, sendo todos os dias nossa própria “válvula
de escape”. Ser válvula é movimentar, é mexer aquilo que todos os dias precisa
de um empurrãozinho. Até que parar seja mais do que inercia, e sim uma
lembrança de tempos em que não pensávamos em nós mesmos.
Já foi sua válvula de escape hoje?
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| Fonte: arquivo pessoal. |



Comentários
Bjos
Ju
Continue a escrever, faz bem para voce e para nós, leitores.
Bru Rafa.